PM defende combate à corrupção

PM defende combate à corrupção
Jornal Noticias

O PRIMEIRO-MINISTRO (PM), Adriano Maleiane, desafiados recém-empossados nos cargos de direção da Inspeção-geral da Administração Pública (IGAP), Fundo Nacional de Investigação (FNI) e Instituto de Bolsas de Estudo (IBE) a combaterem a corrupção. Maleiane, que falava ontem, na cidade de Maputo, na cerimónia em que empossou quatro novos quadros das áreas em destaque, defendeu o aprimoramento dos mecanismos de articulação e coordenação.

Foram empossados Laura Nhancale para o cargo de inspetora-geral da Administração Pública, Célio Goca para inspetor geral adjunto da Administração Pública, Florêncio Maulano para diretor geral adjunto do FNI e Juma Muteliha para diretor geral adjunto do IBE.

Aos quadros do IGAP, Maleiane exigiu inspeção e controlo de todos os órgãos estatais com vista ao combater a corrupção no Aparelho do Estado. “A Inspeção-geral da Administração Pública deverá continuar a realizar e reforçar missões de fiscalização, inspeção e monitoria regulares em todos os órgãos e serviços de Administração Pública”, afirmou.

Acrescentou que “deve igualmente assegurar a implementação efetiva da Estratégia de Prevenção e Combate à Corrupção na Administração Pública 20232032, devendo, para o efeito, aprimorar os mecanismos de articulação e coordenação”.PM empossa gestores do IGAP, FNI e do Instituto de Bolsas PM orientou que o exercício seja feito com observância à legalidade e trabalho em equipa, para a prestação de serviços de qualidade.

Aos quadros do IBE e FNI, Maleiane disse que devem promover a investigação científica e inovação tecnológica e atribuir bolsas para a formação académica dos moçambicanos. “O FNI deverá continuar a apostar no estabelecimento de parcerias público-privadas para incrementar, cada vez mais, a capacidade desta instituição de intervir e responder à demanda da comunidade académica e científica nacional”, anotou.

“Ao IBE, recomendamos que a sua direção prossiga com as ações de reforço da interação e coordenação com os diferentes acores sociais, como instituições de ensino superior e de investigação científica, sector empresarial, público e privado, entre outros, de modo a garantir maior abrangência na concessão de bolsas de estudo”, referiu.

 Maleiane também orientou o melhoramento dos critérios de elegibilidade na atribuição de bolsas, considerando-se fatores como equidade de género e equilíbrio regional para a inclusão demais moçambicanos.

Fonte: Jornal Noticias