EDM defende uso racional de energia

EDM defende uso racional de energia
Jornal Noticias

A EMPRESA Eletricidade de Moçambique (EDM) apela aos consumidores para racionalizarem o consumo de energia elétrica de modo a contribuir para a expansão da rede nacional e o alcance das metas do acesso universal da corrente. Para o efeito, a empresa tem a responsabilidade de impulsionar as novas tendências da transição energética, o que implica, entre outros, promover campanhas de uso racional de energia doméstica e industrial, investir em centrais com fontes de energia limpa e renovável, e fomentar a utilização de painéis, termoacumuladores e candeeiros solares para uso domiciliário e das empresas.

A informação foi avançada ontem, em Maputo, por Francisco Irroga, administrador da EDM, durante um workshop sobre o Dia da Energia que a empresa promoveu, subordinado ao tema “Eficiência Energética vs Disponibilidade de Energia, Rumo ao Acesso Universal até 2030”.

Segundo a fonte, para a materialização destas metas, a empresa deverá liderar e assessorar os clientes industriais a corrigirem os fatores depoência com impacto na redução dos consumos de energia recativa, fatura mensal e disponibilização de mais recursos energéticos.

 De acordo com o gestor, é expectável que nos próximos vinte anos Moçambique registe incremento de 20 porcento do contributo das energias limpas e renováveis na matriz energética nacional. “Temos muito orgulho de estar na dianteira do processo da transição energética nacional, tendo desenvolvido projetos já em operação, com destaque para a central solar de Mocuba, Metro, bem como o projeto de Titereei, em fase de testes e comissionamento, e ainda central eólica da Namaacha, em fase de desenvolvimento”, disse. Francisco Irroga explicou ainda que neste momento a taxa de acesso doméstico é de 49 por cento e, para a empresa EDM tem de liderar e assessorar os clientes a corrigirem os fatores de potências garantir o acesso universal, até 2030, há ainda muito trabalho por realizar, pelo que todos podem contribuir parque tal aconteça.

Por seu turno, Munir Acor, em representação da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), disse que o sector privado sempre está em prontidão para, em parceria com a contraparte pública, investir em projetos de desenvolvimento e geração de energia no país.

 De acordo com a fonte, nos últimos anos, empresas moçambicanas têm estado a apostar em iniciativas de geração de energia, sobretudo energias renováveis nas zonas rurais onde a rede elétrica nacional não chega

Fonte: Jornal Noticias