A CONCLUSÃO da contrução e o início do reboque da Plataforma Flutuante do Projecto Coral-Sul FNLG para a exploração do Gás Natural Liquefeito (GNL) descoberto na Bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado é para os jornalistas do “Notícias”, o maior acontecimento económico de 2021.
Representando um investimento global de sete biliões de dólares norte-americanos, esta plataforma permitirá a viabilização do primeiro projecto que vai posicionar Moçambique no mercado mundial do GNL.
Para a eleição deste acontecimento, tem em conta não somente a dimensão do investimento que o mesmo representa mas também o papel que poderá desempenhar para a recuperação da economia moçambicana que nestes últimos dois anos, vem sendo fortemente afectada pela crise da pandemia da Covid-19 e os ataques terroristas em Cabo Delgado.
Refira-se que, o processo de reboque do plataforma flutuante iniciou em Novembro na Correia do Sul, num acto testemunhado pelos presidentes, Filipe Nyusi, de Moçambique e Moon JaeIn, da Coreia do Sul.
Em Moçambique, onde se espera que chegue no próximo mês, a plataforma será posicionada na Área 4, um bloco offshore da Bacia do Rovuma que está localizado a aproximadamente 50 quilómetros do distrito de Palma e 200 quilómetros da cidade Pemba, numa profundidade entre 1500 e 2600 metros.
Descoberto em Maio de 2012 pela Eni, o Campo Coral Sul contém cerca de 450 biliões de metros cúbicos, o equivalente a 16 triliões de pés cúbicos (TCF) de gás no local.
Para esta categoria de melhor acontecimento económico do ano de 2021, os jornalista deste matutino também elegeram em segundo lugar, o fecho financeiro do projecto de construção da Central Termoeléctrica de Temane, na província de Inhambene e respectiva linha de transmissão para a região sul do país.
Orçada em cerca de 1,5 biliões de dólares norte-americanos, esta será a primeira central de ciclo combinado com capacidade para a geração de 450 Mw que, além de Moçambique, também serão usados no fornecimento de corrente eléctrica à região.
Em terceiro lugar, os jornalistas escolheram a entrada em funcionamento da fábrica de produção integrada de cimento de construção da Dugongo , localizada na província de Maputo.
Esta unidade fabril de capitais chineses, para além do cimento, produz também o clínquer permitindo que grande parte das unidades concorrentes deixassem de depender das importações para a produção do cimento facto que permitiu a disponibilidade do produto a preços competitivos.



































Leave a Reply